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Mãe sorrindo com o bebê recém-nascido dormindo no colo

Organiza · Solicita · Acompanha

Saiu do emprego e teve bebê? Você ainda pode ter direito ao salário-maternidade.

Muita mãe acha que perdeu o direito quando saiu da carteira assinada. Nem sempre: o que conta são as datas. Responda 3 perguntas e veja o seu próximo passo, com calma, pelo celular.

Sem cadastro agora · Conversa inicial sem cobrança · Quem decide é o INSS

  • 100% onlineDo seu jeito, no seu tempo
  • Datas organizadasA gente faz as contas com você
  • AcompanhamentoEm cada etapa, até a resposta

O que as mães mais perguntam

Você não é a única com essas dúvidas

Estas são as perguntas que mais chegam até a gente. A resposta curta está aqui; a do seu caso, a gente vê junto.

“Saí da carteira faz tempo. Ainda vale?”

Pode valer. Depois que você sai do emprego, continua protegida pelo INSS por um tempo, e esse tempo pode ser maior do que parece. O que decide são as datas do seu caso.

“Não lembro a data certinha que saí.”

Tudo bem. O mês e o ano já bastam para começar. O resto a gente confere depois na sua carteira de trabalho digital.

“Fui mandada embora. Ou pedi demissão. Ou peguei seguro.”

Cada situação muda a conta das datas, mas nenhuma delas, sozinha, encerra a análise. Conte como foi, que a gente olha com você.

“Estou grávida. Ou meu bebê já nasceu.”

As duas situações podem ser analisadas. Se o bebê ainda não nasceu, dá para ir organizando tudo desde já.

“É para a minha irmã. Ou para a minha cunhada.”

Você pode responder as 3 perguntas por ela. Na hora de deixar o contato, o ideal é que ela mesma preencha.

Sua dúvida é outra?

A Clara, nossa assistente virtual, responde com calma e anota tudo para a equipe.

Como funciona

Do primeiro passo à resposta do INSS

Três etapas, sem pressa e sem sair de casa.

  1. Organiza

    Você responde algumas perguntas e a Clara, nossa assistente virtual, organiza suas datas e informações.

  2. Solicita

    Uma pessoa da equipe confere o seu caso. Se fizer sentido seguir, explica os documentos, os honorários e como o pedido é feito ao INSS.

  3. Acompanha

    Depois do pedido, você acompanha cada etapa com a gente, até a resposta do INSS.

Seu processo em boas mãos Acompanhamento do pedido
  1. Informações organizadas (concluído)
  2. Documentos conferidos (concluído)
  3. Pedido em análise no INSS (etapa atual)
  4. Resposta do INSS
Exemplo ilustrativo. O tempo de cada etapa depende do INSS.

Quem pode pedir

Situações que vale a pena analisar

O histórico de trabalho e de contribuição muda a análise. Veja onde você se encaixa:

Saiu de um emprego com carteira assinada

Mesmo desempregada, você pode continuar protegida pelo INSS por um tempo. As datas da saída e do nascimento são o ponto de partida.

Carteira assinada

MEI ou pagava o carnê do INSS

O histórico de pagamentos e a sua situação na data do parto precisam ser conferidos.

Contribuições

Trabalhadora rural ou pescadora

O trabalho na roça, no sítio ou na pesca pode ser mostrado com documentos próprios da atividade.

Documentos da atividade

Adoção ou guarda para adoção

A adoção e a guarda judicial para fins de adoção têm regras e documentos próprios.

Documentos e condições

Nunca trabalhou de carteira? Ainda pode valer a pena conversar.

Primeiro passo

Comece com 3 perguntas rápidas

Leva menos de um minuto. As respostas organizam a conversa; não confirmam nem negam o seu direito.

  • Sem cadastro agora
  • Depois, a Clara continua com você
  • Seus dados não são compartilhados sem a sua autorização
1Quando o bebê nasceu? Ou você está grávida?
2Qual era a sua situação de trabalho quando o bebê nasceu (ou hoje, se está grávida)?
3Você já recebeu o salário-maternidade por este bebê?

Quem conversa com você

A Clara organiza. A equipe confere.

A Clara é a assistente virtual do Auxílio Fácil. Ela faz as perguntas na ordem certa, anota as suas respostas e organiza o seu caso. Quando o caso segue, uma pessoa da equipe confere tudo com você.

  • Não pede senha do gov.br, dados do banco nem códigos
  • Não promete valor nem aprovação: quem decide é o INSS
  • Responde a qualquer hora, no seu ritmo
Clara Assistente virtual · Auxílio Fácil

Oi! Você saiu de um emprego com carteira assinada?

Saí em 2023, mas não lembro o dia.

Sem problema. O mês e o ano já ajudam a começar.

Conversa ilustrativa

Tire suas dúvidas

Perguntas frequentes

Atualizado em 9 de outubro de 2026.

Fui demitida há 2 anos. Ainda tenho direito?

Depende das datas. Depois que você sai do emprego, continua protegida pelo INSS por um tempo, que pode ser maior em algumas situações, como quando houve seguro-desemprego. O tempo desde a demissão, sozinho, não resolve a análise: a gente ajuda a conferir as datas do seu caso.

Pedi demissão. Perco o direito?

Não necessariamente. Pedir demissão não tira, por si só, a proteção do INSS depois da saída. O que muda é a conta das datas: alguns prazos extras valem só para quem foi mandada embora.

Recebi seguro-desemprego. Isso atrapalha?

Não atrapalha a análise e pode até ajudar a mostrar que você estava desempregada. Só não dá para receber os dois ao mesmo tempo: enquanto o salário-maternidade é pago, o seguro-desemprego fica suspenso.

Meu filho já tem 3 anos. Ainda posso receber?

Ainda pode valer a pena analisar. Em geral, o pedido pode ser feito em até 5 anos, mas há detalhes que dependem das datas e dos documentos do seu caso.

Eu pago MEI há apenas 3 meses. Tenho direito?

O número de pagamentos, sozinho, não confirma nem descarta o direito. É preciso conferir as contribuições e a sua situação na data do parto.

Quanto pode valer o salário-maternidade em 2026?

Como referência, quatro mensalidades de um salário mínimo de R$ 1.621 somam R$ 6.484 em 2026. O valor e a duração do seu caso dependem da sua situação e podem ser diferentes.

O INSS tem prazo para responder?

Desde a Lei nº 15.415/2026, o pedido de salário-maternidade pago diretamente pelo INSS deve ser decidido em até 30 dias. Se o prazo não for cumprido, a lei prevê uma concessão provisória enquanto o pedido é analisado. Isso não garante o benefício: os requisitos continuam sendo conferidos.

Preciso pagar alguma coisa para começar?

Não. A conversa inicial com a Clara não tem cobrança. Se fizer sentido seguir com o pedido, a equipe explica serviços e honorários antes de qualquer contratação.

A Clara é uma pessoa?

Não. A Clara é a assistente virtual do Auxílio Fácil: ela conversa com você, organiza as informações e encaminha o seu caso. Quando o caso segue, quem confere é uma pessoa da equipe.

O Auxílio Fácil é do INSS?

Não. O Auxílio Fácil é um serviço privado de orientação e acompanhamento. Quem analisa e decide o benefício é sempre o INSS.

Seu bebê precisa de você. A papelada pode ficar com a gente.

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